sábado, 26 de junho de 2010

A FONTE

Uma revelação no som da flor que se abre
Em meu interior quando encontro meus olhos
Com os seus. Transforma-se a linha do tempo
No segredo da eternidade e ouço a flauta soprar
Em meus ouvidos a melodia da verdade. Silêncio
Luminoso de te contemplar. Sou as ondas do mar
Trazendo o mistério de te amar. Navego na imensidão
Do teu Ser e consagro o cálice da paz
Ao beber contigo da fonte da vida.
(12/06)

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