quarta-feira, 21 de julho de 2010

Estou me sentindo..., só!

Noite fria escura e solitária
A chuva fina persistente lá fora
Cai inclemente..., persistentemente
Ressoa no zinco do telhado do meu
Canteiro de rosas, minhas flores amadas
Bem cuidadas..., são pra ti..., amada

Estão todas fechadas com frio talvez
Nem as reguei hoje..., não irão me ver
Cumprimentarem-me e eu as tocar

Hoje não verei o meu amor..., a chuva
Que não para, o frio que me açoita que
Faz-me tremer sem ao meu lado te ter
Para me aquecer...

Minha borboleta não visitará o meu
Jardim..., não me irá ver não pousará
Em minhas flores em minhas mãos
Ficarei solitário, na varanda agasalhado

Nem a luz de minha estrela receberei
Minha estrela matutina encoberta pelas
Nuvens..., cinza, ficou escondida

Com certeza, nesta manhã fria chuvosa
Solitária e triste minha reclusão será maior
Meu corpo frio e só ficará recolhido
Triste e solitário sem o seu calor sem o seu amor

Gerson(170710)

Nenhum comentário:

Postar um comentário