domingo, 20 de novembro de 2011

” Até parece que fomos feitos dos erros […] Psiu, até quando vamos continuar brigando? Até que a morte nos separe, ou até que um mate o outro? Somos idiotas, mas não sei ser idiota sem você, admito. Manhosa e dramática, não vê que um precisa do outro? Sei que meu orgulho é maior que tudo, maior que tudo mesmo não é? Os dias ficam mais tediosos quando não nos falamos, e sou apaixonado pela essa sua idiotice, esse seu jeito de bobinha. Psiu, minha vadia a gente ainda vai acabar se machucando feio, e se sairmos machucados quem vai cuidar de mim daquele jeito que só você sabe cuidar?

— Uns chamam de amigos, outros de anjos — Meu anjo, meu anjo que as vezes é do mal. Fica aqui, faz mais isso não, não finja que vai embora não. Machuca, machuca muito não ter você. Lembra do nosso começo? Então, vamos fazer de tudo para que eu nunca te pergunte, “lembra do nosso fim?” . Brigas e reconciliações, desgastam […] Até parece que fomos feitos dos erros, mas na verdade fomos feitos, para um ajudar o outro acertar.”

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